Walberto Maciel
Especial para a coluna
A BYD aproveitou o comecinho da Copa do Mundo de Futebol para lançar, no estádio do Palmeiras, em São Paulo, o Atto 2 DM I flex – o que seria seu novo camisa 10. O valor surpreendeu: R$ 150 mil na versão GL e R$ 170 mil na GS. O novo SUV híbrido plug in flex tem 177cv de potência, dois motores, um elétrico e outro a combustão 1.5 aspirado que prometem, juntos, 1.045km de autonomia – sendo 110km usando-se apenas o motor elétrico. Já a versão GS é ofertada com 197cv de potência. O Atto 2 vai de 0km/h a 100km/h em 8.4 segundos e chega a 180km de velocidade final. Ele é o primeiro SUV compacto híbrido plug-in flex do Brasil. O novato, que é o irmão gêmeo de um velho conhecido dos brasileiros, o elétrico Yuan Pro, terá as vendas iniciadas agora em junho, com montagem local em Camaçari (BA).

O interior do carro é diferenciado, com os acessórios como tela multimídia de 12,5” e uma tela cluster, a que fica por trás do volante, de 8”. O câmbio automático é acessado por uma pequena chave por trás do volante do carro. Na parte inferior, onde originalmente ficaria o manete do câmbio, a BYD colocou um carregador por indução e um sistema de arrefecimento que ajuda a refrigerar o celular durante o carregamento. Há porta-trecos e espaço para duas garrafas de água. O porta-malas também surpreende: são 450 litros na posição original e mais de 1 mil litros de bagagem quando os bancos são rebatidos. O teto panorâmico ocupa toda a extensão do carro.

Do ponto de vista da segurança, o SUV oferece o sistema Adas de nível II. Além de todos os sensores de proteção, que freiam o carro assim que detectam movimento à frente e em volta de seu espaço, o Atto 2 também conta com o sistema automático de frenagem para descer serras. “Esse sistema garante mais segurança e descanso para o motorista”, afirmou Alexandre Baldy, vice-presidente geral da montadora no Brasil.
Segundo ele, o modelo representa uma nova fase da BYD, que busca uma maior aproximação com o consumidor brasileiro. “Com um carro que faz 1.045km com a combinação dos dois motores o nosso consumidor no Brasil tem a garantia que vai sair de São Paulo a Brasília com um tanque cheio e uma carga completa vai completar a viagem sem se preocupar em parar. Ou fazer o trajeto de ida e volta entre o Rio e São Paulo sem se pensar em reabastecer”, disse Baldy.








































