O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 1.103 denúncias de irregularidades na propaganda eleitoral até agora. Os dados, contabilizados até esta quarta-feira (19/8), foram reunidos pelo Pardal, ferramenta usada pela Justiça Eleitoral para receber comunicações de eleitores.
São Paulo concentra o maior número de denúncias, com 193 registros. Pernambuco aparece na sequência, com 106, seguido por Rio Grande do Sul (95) e Minas Gerais (89). O Pardal começou a receber as denúncias no domingo (16/8), quando teve início a propaganda eleitoral.
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Entre os cargos relacionados às ocorrências, deputados estaduais lideram, com 424 registros. Deputados federais aparecem em segundo lugar, com 325. Na sequência estão partidos, coligações ou federações (150), governadores (79), deputados distritais (56), senadores (45), candidatos à Presidência da República (22) e vice-governadores (2).
O impulsionamento de conteúdo é a irregularidade mais apontada pelos eleitores. Foram 339 denúncias, o equivalente a 30,73% do total. Ocorrências relacionadas à internet somam outras 289 (26,2%), enquanto casos envolvendo bens públicos chegam a 105 (9,52%).
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O sistema também recebeu 87 denúncias sobre bens particulares, 47 sobre propaganda eleitoral antecipada, 46 relacionadas a banners, cartazes ou faixas e 37 sobre boca de urna. Há ainda registros envolvendo comícios ou showmícios (35), alto-falantes ou amplificadores de som (35), bens tombados (10), divulgação de notícia sabidamente falsa (7) e bens particulares de uso comum (6). Em 60 casos, o tipo de irregularidade não foi informado.
Dos 1.103 registros, 596 (54%) ainda estão em andamento. Outros 383 (35%) foram baixados e 124 (11%) foram encaminhados ao Processo Judicial Eletrônico (PJe).
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