O Cerrado Cultural inaugurou, simultaneamente, as exposições Arquiteturas do Poder, de Lais Myrrha, e Eiro, de Helô Sanvoy, na quarta-feira (1º/4). Em dois pavimentos, a galeria apresenta um percurso que atravessa história e crítica social. Com curadoria de Ana Avelar e Divino Sobral, as mostras propõem um diálogo sobre os apagamentos e as estruturas que sustentam o país. Enquanto Myrrha investiga Brasília como símbolo de um modernismo que oculta desigualdades e heranças coloniais, Sanvoy tensiona a materialidade do cotidiano para refletir sobre trabalho, exploração e memória coletiva. Em linguagens distintas, as obras constroem uma experiência sensível e provocadora.










