Um encontro na noite de quarta-feira reuniu convidados na casa de exposições Cerrado Cultural, para celebrar a abertura de duas mostras que aproximam diferentes gerações e perspectivas da arte brasileira. Após 46 anos desde sua última exposição individual em Brasília, Alfredo Volpi volta a ter um espaço na cidade, dedicada à sua produção com Os lugares do olhar. São 23 obras, a maioria inédita para o público brasiliense, que percorrem paisagens, cenas cotidianas, fachadas e as célebres bandeirinhas do pintor. No segundo piso, Kuenan Mayu, descendente dos povos indígenas Magüta (Tikuna) e Tariana, apresenta sua mostra individual Tawemücü Pu’tchi. Com cascas de árvores e pigmentos naturais e minerais, a artista constrói um conjunto de 16 trabalhos ligados às práticas tradicionais das mulheres de sua comunidade e às relações entre corpo, natureza e espiritualidade.








































