{"id":35295,"date":"2026-04-11T16:30:53","date_gmt":"2026-04-11T19:30:53","guid":{"rendered":"https:\/\/newblogs.correiobraziliense.com.br\/blog-da-rosana-hessel\/?p=35295"},"modified":"2026-04-14T15:18:50","modified_gmt":"2026-04-14T18:18:50","slug":"peso-da-carga-tributaria-deve-ser-maior-acima-de-34-do-pib","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/newblogs.correiobraziliense.com.br\/blog-da-rosana-hessel\/peso-da-carga-tributaria-deve-ser-maior-acima-de-34-do-pib\/","title":{"rendered":"Peso da carga tribut\u00e1ria deveria ser maior, acima de 34% do PIB"},"content":{"rendered":"\n<p>O Minist\u00e9rio da Fazenda divulgou, na sexta-feira (10\/4), de forma bastante discreta, o <em>Boletim de Estimativa da Carga Tribut\u00e1ria do Governo Geral de 2025<\/em>, elaborado pelo Tesouro Nacional, com os dados preliminares indicando aumento da da carga tribut\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o ao Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado, para novos n\u00edveis recordes, em uma nova s\u00e9rie hist\u00f3rica. Mas o que a maioria n\u00e3o se lembra \u00e9 que esses dados j\u00e1 foram ruins e poderiam ser piores, porque houve mudan\u00e7as na metodologia de c\u00e1lculo, que revelavam que a carga tribut\u00e1ria j\u00e1 era maior do que 34%, algo nada honroso para o pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme os dados do relat\u00f3rio do Tesouro, no ano passado, a carga tribut\u00e1ria do governo geral \u2013 que inclui os governos federal, estados e munic\u00edpios \u2013 passou de 32,2% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2024, para 32,4% do PIB, em 2025, totalizando R$ 4,12 trilh\u00f5es.&nbsp;&nbsp;S\u00f3 que, em 2024, esse percentual j\u00e1 foi maior, de 34,12% do PIB na metodologia antiga.<\/p>\n\n\n\n<p>No ano passado, o governo mudou a forma de contabilizar o peso dos tributos em rela\u00e7\u00e3o ao PIB e modificou a metodologia, retirando da conta algumas contribui\u00e7\u00f5es, como a do Sistema S e do Fundo de Garantia do Tempo de Servi\u00e7o (FGTS). Com isso, o percentual em rela\u00e7\u00e3o ao PIB diminuiu. Mas a carga tribut\u00e1ria continuou crescendo, porque os gastos n\u00e3o ca\u00edram, como mostram os n\u00fameros.<\/p>\n\n\n\n<p>Na metodologia anterior, a carga tribut\u00e1ria tinha batido recorde hist\u00f3rico em 2024, quando chegou a 34,12% do PIB \u2013 patamar equivalente \u00e0 m\u00e9dia dos pa\u00edses da Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), o chamado clube dos ricos, de 34% do PIB.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>Agora, mesmo com a mudan\u00e7a da metodologia, a carga tribut\u00e1ria deste ano, de 32,4% do PIB, foi sendo a maior da nova s\u00e9rie hist\u00f3rica, iniciada em 2010. Os n\u00fameros ainda s\u00e3o preliminares e precisam ser confirmados pela Receita Federal. Logo, se n\u00e3o houvesse mudan\u00e7a, o recorde tamb\u00e9m seria inevit\u00e1vel e passaria para 34,32% do PIB, provavelmente. Basta ver o quadro abaixo de um relat\u00f3rio da Receita Federal.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"683\" src=\"http:\/\/newblogs.correiobraziliense.com.br\/blog-da-rosana-hessel\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/04\/cargatributarianovametodologia.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-35273\" srcset=\"https:\/\/newblogs.correiobraziliense.com.br\/blog-da-rosana-hessel\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/04\/cargatributarianovametodologia.png 960w, https:\/\/newblogs.correiobraziliense.com.br\/blog-da-rosana-hessel\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/04\/cargatributarianovametodologia-300x213.png 300w, https:\/\/newblogs.correiobraziliense.com.br\/blog-da-rosana-hessel\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2026\/04\/cargatributarianovametodologia-768x546.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Procurada, a assessoria do Tesouro Nacional, informou que as revis\u00f5es da metodologia s\u00e3o realizadas a cada trimestre, &#8220;conforme necess\u00e1rio como resultado de atualiza\u00e7\u00e3o de base de dados, corre\u00e7\u00f5es e tratamentos metodol\u00f3gicos&#8221;. &#8220;Em 2024 foram realizados os aperfei\u00e7oamentos metodol\u00f3gicos referentes ao tratamento estat\u00edstico do FGTS e do Fundo Remanescente do PIS-Pasep com a mudan\u00e7a de setoriza\u00e7\u00e3o para o setor corpora\u00e7\u00f5es p\u00fablicas financeiras e consequentemente a exclus\u00e3o de seus<br \/>fluxos das estat\u00edsticas fiscais do governo geral e a reclassifica\u00e7\u00e3o do Sistema S no setor privado uma vez<br \/>que essas entidades n\u00e3o est\u00e3o sob controle governamental.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desafios pela frente<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O aumento da carga tribut\u00e1ria reflete o aumento de v\u00e1rios tributos ocorridos no ano passado, como foi o caso do Imposto sobre Opera\u00e7\u00f5es Financeiras (IOF), em detrimento ao ajuste estrutural de gastos e de uma reforma administrativa que reduza o tamanho do Estado paquid\u00e9rmico e ineficiente, especialmente o que tem privil\u00e9gios como os famosos penduricalhos acima do teto do Judici\u00e1rio, que foram vergonhosamente mantidos pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o de especialistas, o aumento dessa carga tribut\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o ao PIB \u00e9 ruim, especialmente porque as contas p\u00fablicas continuam desequilibradas, pois o governo segue acumulando deficits consecutivos &#8212; que resultam em d\u00edvida p\u00fablica crescente beirando a 80% do PIB patamar cr\u00edtico para pa\u00edses emergentes &#8212; devido ao aumento crescente das despesas e da falta de um ajuste fiscal mais estrutural que contribua para melhorar o resultado prim\u00e1rio. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSem reduzir despesa, o governo s\u00f3 vai equilibrar as contas via aumento de receita\u201d, pontuou o economista-chefe da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Rio de Janeiro (Firjan), Jonathas Goulart. Ele reconheceu que o n\u00edvel de arrecada\u00e7\u00e3o atual \u00e9 elevado se comparado com os de pa\u00edses desenvolvidos e o retorno dos servi\u00e7os para a sociedade n\u00e3o \u00e9 equivalnete. Al\u00e9m disso, ressaltou que, apesar de a reforma tribut\u00e1ria ter sido aprovada, a carga tribut\u00e1ria n\u00e3o deve diminuir, porque o custo para manter esse Estado no atual tamanho tende a continuar crescendo. <\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA reforma vai simplificar o sistema tribut\u00e1rio, e ele vai ser mais justo porque haver\u00e1 uma distribui\u00e7\u00e3o entre os setores. Mas vamos continuar, fatalmente, com o maior IVA (Imposto de Valor Agregado) do mundo\u201d, disse, em refer\u00eancia ao IVA sobre o consumo que est\u00e1 entrando em vigor, de forma gradual neste ano, e que ser\u00e1 de 27%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o economista-chefe da ARX Investimentos, Gabriel Leal de Barros, tamb\u00e9m criticou a falta de ajuste estrutural do governo. \u201cOs dados mostram que a estrat\u00e9gia fiscal do Minist\u00e9rio da Fazenda, unilateral em ampliar carga tribut\u00e1ria, funcionou e atendeu aos objetivos pretendidos. No entanto, o problema fiscal segue carecendo de solu\u00e7\u00e3o estrutural, que deve focar no gasto\u201d, destacou.<\/p>\n\n\n\n<p>O advogado tributarista Ilan Gorin, diretor da Gorin Advocacia, reconheceu que a tend\u00eancia \u00e9 que, por conta da reforma tribut\u00e1ria no setor de servi\u00e7os, o impacto tende a aumentar a carga a partir de 2027. \u201c\u00c9 o que vamos ver, porque ningu\u00e9m teve coragem de fazer a reforma administrativa\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao justificar o aumento da carga tribut\u00e1ria consolidada em rela\u00e7\u00e3o ao PIB, o Minist\u00e9rio da Fazenda disse, por meio de nota enviada na segunda-feira (13\/4), que ele &#8220;reflete a evolu\u00e7\u00e3o da arrecada\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria em todas as esferas de governo, influenciada pelo desempenho da atividade econ\u00f4mica, por altera\u00e7\u00f5es legislativas e por medidas administrativas voltadas ao aprimoramento da arrecada\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O governo adotou medidas de justi\u00e7a social, que permitiram, por um lado, aumentar a contribui\u00e7\u00e3o dos mais ricos, como \u00e9 o caso da tributa\u00e7\u00e3o dos fundos exclusivos e de ativos mantidos fora do pa\u00eds, al\u00e9m da redu\u00e7\u00e3o de benef\u00edcios tribut\u00e1rios ineficientes, como a desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamentos de setores empresariais e munic\u00edpios&#8221;, acrescentou. A pasta ainda citou desonera\u00e7\u00f5es que s\u00f3 devem acontecer a partir deste ano como a insen\u00e7\u00e3o integral do Imposto de Renda daqueles que ganham at\u00e9 R$5 mil e parcialmente daqueles que ganham at\u00e9 R$ 7,5 mil.  A pasta ainda citou que o esfor\u00e7o de redu\u00e7\u00e3o da litigiosidade envolvendo quest\u00f5es tribut\u00e1rias permitiu, em 2025, &#8220;haver &#8220;novo recorde de recupera\u00e7\u00e3o de valores inscritos na D\u00edvida Ativa da Uni\u00e3o, de R$ 66,1 bilh\u00f5es. O \u00f3rg\u00e3o informou ainda que o compromisso com a responsabilidade fiscal &#8220;permanece inalterado&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 importante destacar que a eleva\u00e7\u00e3o da carga tribut\u00e1ria n\u00e3o constitui um indicador de desequil\u00edbrio fiscal. Sua an\u00e1lise deve considerar outros par\u00e2metros relevantes, como o resultado prim\u00e1rio, que leva em considera\u00e7\u00e3o receitas de natureza n\u00e3o tribut\u00e1ria, a trajet\u00f3ria da d\u00edvida p\u00fablica e o desempenho da economia. Quanto aos questionamentos sobre o patamar da carga tribut\u00e1ria, a s\u00e9rie hist\u00f3rica apresentada na publica\u00e7\u00e3o permite contextualizar o resultado mais recente e avaliar sua evolu\u00e7\u00e3o ao longo do tempo&#8221;, informou a nota.<\/p>\n\n\n\n<p><em>*a mat\u00e9ria foi atualizada com a inclus\u00e3o de nota do Minist\u00e9rio da Fazenda<\/em><\/p>\n\n\n\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados do Tesouro Nacional indicaram uma carga tribut\u00e1ria de 32,40% do PIB em 2025, mas governo mudou a metodologia de c\u00e1lculo, retirando tributos da conta, e, sem isso, carga seria superior a 34% do PIB, no mesmo n\u00edvel da OCDE<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":31443,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1,1933],"tags":[2036,313,833,7,1652,1246],"class_list":["post-35295","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria","category-tributacao","tag-carga-tributaria","tag-contas-publicas","tag-ministerio-da-fazenda","tag-pib","tag-reforma-tributaria","tag-tesouro-nacional"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - 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