{"id":31815,"date":"2024-11-17T09:00:00","date_gmt":"2024-11-17T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/newblogs.correiobraziliense.com.br\/blog-da-rosana-hessel\/?p=31815"},"modified":"2024-11-16T15:50:49","modified_gmt":"2024-11-16T18:50:49","slug":"artigo-mil-dias-que-abalaram-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/newblogs.correiobraziliense.com.br\/blog-da-rosana-hessel\/artigo-mil-dias-que-abalaram-o-mundo\/","title":{"rendered":"ARTIGO: Mil dias que abalaram o mundo"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Por Luiz Recena Grassi<\/em>*<\/p>\n\n\n\n<p>O conflito entre R\u00fassia e Ucr\u00e2nia chega aos 33 meses com perspectivas de paz. Quando come\u00e7ou trouxe junto dezenas de an\u00e1lises de especialistas, maioria pr\u00f3-Ucr\u00e2nia-Organiza\u00e7\u00e3o do Tratado do Atl\u00e2ntico Norte (Otan)-Estados Unidos. Tr\u00eas dominavam. A R\u00fassia resolveria tudo r\u00e1pido, com alto custo em dinheiro e armas, al\u00e9m de pesadas baixas humanas. A R\u00fassia teria problemas iniciais e a Ucr\u00e2nia, com apoio dos Estados Unidos e da Otan, teria for\u00e7a suficiente para derrotar a R\u00fassia. Por \u00faltimo, a R\u00fassia resistiria a tudo e a todos, inovaria a parte tecnol\u00f3gica do conflito, faria uma guerra de m\u00e9dio e longo prazos, sufocando a Ucr\u00e2nia e restabelecendo fronteiras que interessavam. Eram tr\u00eas op\u00e7\u00f5es. Ao fim de mil dias, a \u00faltima delas \u00e9 a mais prov\u00e1vel. Vai reduzir o poder da Otan, causar violentas dores de cabe\u00e7a aos europeus e aos Estados Unidos e depender\u00e1 do humor de Donald Trump.<\/p>\n\n\n\n<p>No come\u00e7o, a maioria apoiou a segunda op\u00e7\u00e3o por influ\u00eancia pesada do trio Otan-Uni\u00e3o Europeia-EUA. O segundo ano chegou com muitas d\u00favidas. A Ucr\u00e2nia perdeu terreno e credibilidade. E demonstrou muita fraqueza no seu sistema de defesa. A R\u00fassia mostrou maior e melhor organiza\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia b\u00e9lica. As cr\u00edticas ocidentais se robusteceram e Kiev ficou para tr\u00e1s at\u00e9 mesmo em combates de m\u00eddia. O terceiro ano chegou com novo quadro e o conflito deu ind\u00edcios de que duraria bastante.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 surgirem novos fen\u00f4menos, novas guerras, novas elei\u00e7\u00f5es, novos interesses de terceiros. Os apoios pr\u00f3-Moscou aumentaram; pr\u00f3-Ucr\u00e2nia diminu\u00edram. Depois dos primeiros sinais de Trump eleito, a Otan recomendou \u201cotimismo cauteloso\u201d em futuras negocia\u00e7\u00f5es. A R\u00fassia sinalizou r\u00e1pido: \u201cTemos modesta esperan\u00e7a de di\u00e1logo\u201d, avisou o Kremlin. Aliados n\u00e3o excluem mais a cess\u00e3o de territ\u00f3rios j\u00e1 conquistados pela R\u00fassia.<\/p>\n\n\n\n<p>Toda guerra precisa de n\u00fameros. Mesmo conflitos como esse, com luta paralela de marketing, fake news, propaganda e contrapropaganda entre as partes. H\u00e1 cifras s\u00f3lidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisadores das Na\u00e7\u00f5es Unidas: O Ocidente botou U$ 167 bilh\u00f5es de ajuda \u00e0 Ucr\u00e2nia desde 2022, quando tudo come\u00e7ou. Montante \u00e9 27 vezes maior do que o previsto pela ONU para combater a fome em 43 pa\u00edses, ou 42 milh\u00f5es de pessoas. Desse total, dizem os experts que U$ 67,8 bilh\u00f5es s\u00e3o dos EUA para Kiev.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Foi acordado em agosto a reconstru\u00e7\u00e3o de parte da d\u00edvida da Ucr\u00e2nia: U$ 20 bilh\u00f5es, espichados em 13 parcelas at\u00e9 2033. Economia at\u00e9 l\u00e1 de U$ 11,4 bilh\u00f5es, em curt\u00edssimo prazo, e U$ 22,75 bilh\u00f5es at\u00e9 2033.<\/p>\n\n\n\n<p>A R\u00fassia devia U$ 733 bilh\u00f5es em 2004. Fechou junho de 2023 em U$ 343 bilh\u00f5es. De 2020 para c\u00e1,&nbsp; passou a reduzir o \u00edndice de&nbsp; endividamento\/or\u00e7amento. De 31% para 14% neste ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Apenas da \u00cdndia, a R\u00fassia recebeu U$ 37 bilh\u00f5es, no ano passado, com novas receitas de venda de petr\u00f3leo bruto russo, depois refinado e vendido pelos indianos em mercados fora do boicote comercial da UE e EUA.<\/p>\n\n\n\n<p>O mais dif\u00edcil \u00e9 estimar as v\u00edtimas, um segredo de sete chaves dos dois inimigos. Terceiros trabalham dados desencontrados. Mais de meio milh\u00e3o de soldados teriam morrido, somando os dois lados. Esse n\u00famero ainda n\u00e3o foi desmentido.<\/p>\n\n\n\n<p>O CORREIO SABE PORQUE VIU.<\/p>\n\n\n\n<p>Estava l\u00e1. Meus amigos russos suspenderam de repente todas as conversas paralelas ao ouvir as primeiras frases da nova hist\u00f3ria. Ao entenderem do que se tratava faziam caras e gestos de incredulidade: o amigo brasileiro n\u00e3o sabia o que era uma guerra. O \u00faltimo conflito com a participa\u00e7\u00e3o ativa do Brasil acontecera h\u00e1 mais de 150 anos, contra o Paraguai. A modesta e dolorosa presen\u00e7a na Segunda Guerra Mundial n\u00e3o entrou nas estat\u00edsticas. Meus amigos me olhavam como a um E.T., um ser de outro planeta. E, do alto de uma experi\u00eancia imperial e belicosa secular, me viam com ar de \u201ctolinho, n\u00e3o sabe nada\u201d. E a festa continuou sem se falar mais disso. O tempo passou e a conversa nunca voltou. Sem que ningu\u00e9m dissesse, captei a mensagem: eu n\u00e3o tinha cacife nem hist\u00f3rico para enfrentar um tema desses. Eles tinham. Mesmo sem atuar em frentes de batalha, todos contavam alguma coisa, dos treinos obrigat\u00f3rios aos trabalhos de apoio, em Moscou, em Leningrado e em outras bases, apoio de escrit\u00f3rio, de tradu\u00e7\u00f5es, log\u00edstica total. E todos tinham hist\u00f3rias ruins, mais longe ou mais perto dos cora\u00e7\u00f5es, e todas portadoras de profunda tristeza. Certa vez, fui com eles homenagear um amigo, em cemit\u00e9rio pr\u00f3ximo. Delicados, me protegeram do frio logo na entrada.<\/p>\n\n\n\n<p>Era perto, eu os vi em volta de uma sepultura: falaram, choraram, rezaram e riram no final ao beber caf\u00e9 forte e conhaque idem. N\u00e3o falaram mais. Era assunto deles, s\u00f3 deles. Doloroso, triste, hist\u00f3rico. \u00a0 \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>*<em>O jornalista foi, por muitos anos, correspondente do\u00a0<\/em><strong><em>Correio Braziliense<\/em><\/strong><em>\u00a0em Moscou<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A R\u00fassia mostrou maior e melhor organiza\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia b\u00e9lica. 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